Horizonte Profundo
Grupo T.E.L.A. O Teatro da Estrutura Latino-Americana, criado em 2018, realiza uma pesquisa in- terdisciplinar entre teatro, artes visuais e experiências com a paisagem. Reunindo os artistas Nicolas Beidacki, Laís Possa- mai e Daniel dos Santos, o grupo já rea- lizou o projeto “Fragmentos de uma Tra- gédia Anunciada”, 2018; “Território Mudo” – instalação e fotoperformance, 2018; “Metadesvio”, 2019, selecionado no Pro- cultura Pelotas para exposição no Mu- seu de Arte Leopoldo Gotuzzo; “Bambo”, 2019; “Mesmo Nesse Fim de Mar”, 2020 – videoperformance selecionada no Kino Beat Festival e no Lift Off – Reino Unido; “Para Fazer das tripas Coração”, selecio- nada para a programação do Kino Beat Musicircus, em 2020; e “Manual Para Náufragos” – projeto vencedor do Prêmio Funarte de Teatro 2020 – que teve exibi- ções no Brasil e no exterior. Laís Possamai Artista visual multimídia e produtora cultural, graduanda em Artes Visuais – Licenciatura pela Universidade Federal de Pelotas. Atua junto ao grupo T.E.L.A desde sua fundação, em 2018, na monta- gem dos trabalhos e também como pro- dutora executiva. Participou das expo- sições “Ante Ver Ter”, junto ao grupo de pesquisa Lugares-livro, com coordenação da Prof.ª Dr.ª Helene Sacco, no Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo em Pelotas, em 2019; “Questão de Tempo”, na Galeria Ver- tical do Coletivo Engasga Gato de Pelotas, em 2020; da ocupação e residência virtual internacional do Project Duna, em 2021. Também trabalhou como estagiária no setor educativo e de mediação do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul entre os anos de 2020 e 2021. Nicolas Beidacki [Curador] Graduado em Teatro-Licenciatura pela Universidade Federal de Pelotas, é Conse- lheiro de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, professor de teatro, dramaturgo, curador, produtor e artista visual. Em 2020, é vencedor do Prêmio Funarte de Teatro pelo texto “Manual Para Náufra- gos”, que participa de diversos festivais no Brasil e recebe uma Aula Magna na Faculdade de Belas Artes da Universida- de do Porto, em Portugal. Pela visibilida- de do texto, organiza, conjuntamente com relevantes nomes da dramaturgia no Rio Grande do Sul, a retomada do Prêmio Ivo Bender de Dramaturgia, a criação da ca- tegoria “dramaturgia” no Açorianos de Li- teratura e também o prêmio dramaturgia da AGES – Associação Gaúcha de Escri- tores. Nas artes visuais, cursa Especiali- zação em Práticas Curatorias – UFRGS; e realizou as curadorias: Seleção Ecarta – Milton Kurtz, 2020; a curadoria “Artis- tas de Rua na Fundação Ecarta”, 2020; curadoria “PARA VIR A SER O QUE SOU”, 2021, na Fundarte; colabora com o proje- to TERRAGRITA, de Paulo Corrêa, vence- dor do Prêmio Funarte Respirarte 2020; e realizou a exposição ANTE VER TER, no MALG – Museu de Arte Leopoldo Gotuz- zo. Na área do teatro, é também membro do Grupo de Estudos de Dramaturgia do Rio Grande do Sul e fundador do Grupo T.E.L.A – Teatro da Estrutura Latino-A- mericana. Daniel dos Santos É músico multi-instrumentista com en- foque em instrumentos musicais cor- dófonos; bacharel em Música - Ciências Musicais pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), etnomusicólogo inde- pendente com seus interesses de pesqui- sa em torno dos contextos socioculturais nos quais se desenvolvem a música tra- dicional caiçara (lavrador-pescador do litoral sul-Sudeste) e tem seus últimos trabalhos de composição sonora/musical voltados a projetos audiovisuais. Além disso, coordena um podcast (pu- blicados no Spotify) chamado “Um Bra- sil Por Todos Os Cantos: Interpretações e Leituras Críticas de Brasis Musicais”, que se dedica a convidar musicistas de diversas linguagens e regiões do país a conversarem sobre o ideal de Brasil que inventam e recriam a partir do seu fazer sonoro/musical. e q u i p e
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